quinta-feira, 28 de julho de 2016

GPS do corpo dele: te guiamos pelas áreas de maior prazer dos homens...

Sabia que dá pra explorar várias partes do corpo masculino além das óbvias? A seguir descubra a melhor maneira de agir em cada uma delas e o que provocam no "guapo"



Se você acha que só os lugares óbvios dão prazer aos homens, se engana Poderosa rs. As zonas erógenas vão muito além do dito cujo. Orelhas, coxa, abdome... e tantas outras entram na conta e ajudam na hora de deixar o guapo no ponto para aquela noite especial. Quer saber tudo sobre elas? Então leia só a seguir:

Orelhas: a região é ótima pra ser explorada com os lábios e principalmente com a língua, porque a sensibilidade aqui aumenta conforme o guapo vai ficando excitado. As orelhas concentram muitas terminações nervosas que são irrigadas pelo sangue, e já sabe, área irrigada é sinônimo de sensibilidade.
Dica: foco na parte de trás tá? Lá é ainda mais sensível!

Nuca: já que a carícia começou por cima, desça só um pouquinho e vá para a nuca. Essa é uma das partes do nosso corpo que tem a pele mais fina e qualquer toque já vai fazer o parceiro se arrepiar todo. Use sua criatividade e explore direitinho a área.

Abdome: sabe ali onde fica o caminho da felicidade? Pois bem, essa região entre o umbigo e o pênis é supererógena. Mas, vá com calma. Nada de começar com tudo por aí, é preciso brincar bem de leve, com carícias delicadas de cima para baixo porque ao mesmo tempo que ela pode dar prazer ao companheiro, se ele não estiver a fim colocar a mão por ali vai brochá-lo na certa. Tente fazer isso delicadamente com as pontinhas dos dedos ou com a boca, que é sempre uma ótima opção.

Coxas: ainda dá pra manter o jogo de sedução descendo mais um pouquinho e sem de fato colocar a mão onde interessa. Já que a coxa está bem próxima do pênis ela é naturalmente mais sensível. Coloque os dedos por ali e dê até leves apertões - mas bem de leve, hein? 



sábado, 23 de julho de 2016

Sexo anal pode fazer mal à mulher? Mitos e verdades sobre tema.



A prática do sexo anal é vista de maneira diferente por homens e mulheres. Apesar de, em tese, sermos livres da mesma maneira para explorar nosso desejo sexual, fomos criadas com a ideia de que sexo anal é promíscuo, machuca e não nos traz nenhum prazer, além de acarretar problemas para a saúde feminina.
Para desmitificar a prática, reunimos 7 dicas com mitos e verdades da prática e como garantir que o casal tenha uma relação prazerosa e sem tabus.

Sexo anal e saúde

Mitos e verdades

1. Sexo anal dói sempre
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Mito. Se a penetração for feita com o ânus contraído, sim. "Quando o parceiro encosta o pênis na região, o ânus se contrai. Por isso, é preciso esperar que ele relaxe novamente para, então, fazer a penetração".
2. Nem toda mulher pode praticar sexo anal
Verdade. Mulheres que têm intestino preso ou hemorroidas devem evitar a prática.
"Quem tem prisão de ventre sentirá dor, porque os restos de fezes ficam presos no reto". Mulheres que têm hemorroidas também sentirão incômodo durante a relação, apesar de o sexo anal não causar hemorroidas.
3. Primeira vez no sexo anal não tem segredo: basta o parceiro penetrar o pênis
Mito. É preciso que o ânus seja penetrado de maneira gradual, segundo Carla. "O parceiro deve colocar o dedo, sem mexer muito. Depois, colocar dois dedos, para a mulher ir se acostumando com isso".
4. Eu sempre preciso fazer sexo anal com camisinha
Verdade. "A mucosa anal é sensível e absorve com muita facilidade qualquer tipo de vírus e bactéria". Isso significa que o risco de transmissão de DST é maior por essa via.
5. Usar o mesmo preservativo na penetração vaginal e anal faz mal à saúde
Verdade. As bactérias da região vaginal são diferentes da anal, o que pode contaminar a área e comprometer sua saúde. O caminho inverso também pode ser prejudicial: "Se não trocar, o pênis pode levar restos de fezes para a vagina".
6. Usar lubrificante à base de água é imprescindível para a prática
Verdade. "O ânus não tem lubrificação natural como a vagina, quando a mulher está excitada". Não pode usar saliva, vaselina, pois corrói a mucosa anal, nem pomadas anestésicas, pois o pênis do parceiro fica adormecido e a penetração se tornará mais brusca.
7. Pode praticar sexo anal todos os dias que não haverá problemas de saúde
Mito. Se a prática for feita todos os dias, a mulher poderá ter as esfíncteres (conhecidas popularmente como pregas) rompidas.

quinta-feira, 21 de julho de 2016

Melhor tipo de calcinha para usar com cada tipo de look


A calcinha pode ser básica, sem costura, fio dental, cintura alta. A mulher tem diferentes momentos no dia a dia. E para cada um deles existe uma calcinha adequada. Conhecer o próprio corpo e identificar os modelos mais adequados ao seu biotipo é importante na hora de escolher uma calcinha.

Conforto, no entanto, é um aspecto muito relevante na escolha. Tecidos macios como algodão, microfibra, renda e tule são os materiais mais indicados para compor essa peça íntima. Mas qual o modelo de calcinha é o melhor para usar com qualquer look?

Melhor tipo de calcinha para cada look

A calcinha básica é aquela que mais usamos no dia a dia. Mas o modelo fio dental é uma ótima opção para não marcar sob as roupas.

á as versões de cintura alta são perfeitas para segurar a barriga e esconder as imperfeições do corpo na região da cintura e abdominal, uma ótima solução para muitas produções.




calcinha sem costura, no entanto, é o maior curinga da nossa gaveta de lingeries. Ela é ideal para ser usada com roupas mais justas e claras, sem restrições. Por seu corte eletronico e sem costura, disponível em diversas modelagens (fio-dental, string e até caleçon), ela não marca e é a calcinha mais democrática para compor qualquer look. Apenas se assegure de que a cor não transparece.
O mais importante, ao escolher uma calcinha, é pensar na situação em que ela será usada. Conforto é fundamental e escolher o tamanho certo é essencial para que até se esqueça de que está usando lingerie.

terça-feira, 19 de julho de 2016

14 perguntas e respostas sobre o coletor menstrual: usar ou não?

No Brasil, o assunto ainda é tabu, inclusive entre médicos. Mas quem usa afirma que o produto é confortável, com baixo risco de infecções, econômico e ecologicamente correto



Nos últimos anos, mais brasileiras se tornaram adeptas do coletor menstrual, mesmo assim o assunto ainda é um tabu para a maioria das mulheres. Inclusive, se esta for a primeira vez em que você ouve falar em coletor menstrual, saiba que ele existe desde a década de 30.

O coletor menstrual é um copinho de silicone hipoalérgico e antibacteriano, ajustável ao corpo e que coleta o sangue da menstruação. Ele é maleável, o que facilita na hora de colocar na vagina. Diferente do absorvente interno, que é inserido ao fundo do canal vaginal, o coletor fica na entrada da vagina. 

O tamanho varia. Existem marcas que oferecem até quatro tamanhos de coletor menstrual, mas a maioria vende apenas dois tamanhos: um para a mulher que já teve filhos e o outro para quem não tem. Se for colocado corretamente, não corre risco de o sangue vazar, a menos que a  mulher tenha um fluxo muito intenso.

Não existem contra-indicações, mas não é aconselhável para mulheres que nunca tiveram relações sexuais, pois ao colocar ou retirar o coletor, o hímen pode se romper. É imprudente também nos primeiros dias após dar à luz.


Curiosidades
Durante a vida, uma mulher usa, em média, mais de 10 mil absorventes, seja ele externo ou interno. O externo leva 100 anos para se degradar na natureza, enquanto o interno leva até um ano. O coletor menstrual é ecologicamente correto. 

Por ano, a mulher gasta cerca de R$ 100 com absorvente externo. Em 10 anos, ela terá gasto R$ 1 mil. Então a economia é no mínimo de R$ 915.

Tira-dúvidas

Como colocar?
Basta dobrar o coletor e inseri-lo na vagina, lembrando que não precisa empurrá-lo até o fundo, igual o absorvente interno. Ao colocar ele todo, o coletor vai abrir e fazer um barulhinho, o que significa que foi colocado corretamente. 

Quanto tempo dura?
Higienizado de forma correta, de cinco a dez anos. 

Como devo higienizar o coletor menstrual?
Com água fria e sabão neutro. A cada ciclo, o ideal é limpar com água fervente. 

Devo esvaziar o coletor com qual intervalo de tempo?
Isso depende do fluxo menstrual de cada mulher. Se for intenso, a cada 6 horas. Mas pode chegar até 12 horas direto, com fluxo normal. 

Posso ter candidíase ou outras doenças por usar o coletor?
Os fungos gostam de calor e umidade, então se a mulher já tiver uma pré-disposição à doença, não fizer a higienização do coletor corretamente, for para a piscina e ficar horas com o biquíni úmido, pode correr o risco. Caso contrário, o uso do coletor não causa infecções. 

O cheiro é forte?
Como o sangue não entra em contato com algodão ou oxigênio, o odor é bem menor comparado aos outros tipos de absorventes. 

Atrapalha ao urinar?
Não.

Incomoda?
Nas primeiras vezes sim. Mas depois que a mulher consegue colocar do jeito correto é mais confortável do que os outros tipos de absorventes.

Posso praticar esportes?
Sim. Com o coletor a mulher pode malhar, nadar, correr. No caso de fluxo intenso, é aconselhável esporte com menor impacto. 

Qual o tamanho e para que serve a haste do coletor?
O tamanho é entre 7cm e 9cm. A haste serve para retirá-lo da vagina. Ela deve ser cortada até a mulher achar o tamanho ideal, para não incomodar quando estiver dentro do corpo.

Posso dormir com ele?

Sim. 

Melhor forma de higienização?

Durante o banho. 

Interfere na lubrificação vaginal ou altera o PH da vagina?
Não. O coletor menstrual não absorve nada. Ele apenas coleta o sangue, diferente dos outros tipos de absorventes. E não altera o PH vaginal.

Posso emprestar para uma amiga?

Não. É de uso pessoal e intransferível, para evitar transmissão de doenças.






quarta-feira, 6 de julho de 2016

Esse pequeno descuido no sexo pode causar doença séria em mulheres. Saiba se proteger



As preliminares do sexo trazem algumas neuras em relação à proteção contra algumas doenças sexualmente transmissíveis e a importância do uso da camisinha. Porém, muito preocupadas em se proteger fazendo o uso do preservativo, muitas mulheres se descuidam de em quais condições essa proteção acaba sendo usada.

Conscientes que têm que usar o preservativo sob qualquer condição, muitas mulheres não se preocupam ou nem percebem a necessidade de trocar de camisinha a cada coito. E um dos hábitos bastante comuns e que podem passar desapercebidos é a penetração do ânus, seguido da vagina, com o mesmo preservativo.

Entenda o risco

Se na mesma transa ocorrer sexo vaginal e anal, é necessário trocar a camisinha em cada um. Tudo porque a região anal é muito contaminada. Caso não haja a substituição do preservativo, há grande chance de ocorrer infecção vaginal, além do risco de doenças sexualmente transmissíveis e até verminoses.

A vaginose bacteriana, apesar do nome, não é causada por nenhum micróbio ou bactéria em especial. Ela é um desequilíbrio ecológico da vagina, causado pela falta das bactérias aliadas à saúde e pelo excesso de bactérias estranhas ao habitat, como as bactérias do intestino.

Às vezes a infecção pode estar associada às relações sexuais com coito primeiro no ânus e depois na vagina. Se você for fazer isso, use uma camisinha para a relação anal e troque por outra para a penetração vaginal.

A vaginose, além de alterar o corrimento, pode provocar algum ardor ou um pouco de coceira na vagina. Mas na metade dos casos, a mulher pode ter infecções sem apresentar qualquer sintoma.

segunda-feira, 4 de julho de 2016

Carreira: 8 dicas para se destacar em ambientes masculinos

Só trabalha com homem? Pois saiba como brilhar sendo a bendita fruta entre eles!


Por mais que as mulheres sejam fortes, inteligentes, afinadas e supercriativas, ainda há ambientes profissionais dominados por uma maioria masculina. Costuma ser assim nas áreas de tecnologia da informação, construção civil e em outros setores de exatas. Na área da programação, por exemplo, os profissionais masculinos representam um total de 75%, segundo o Censo de 2010. Na indústria, são 63,6% e na construção civil, 94,4%. A mesma pesquisa revelou que as mulheres ainda são apenas 46% da população economicamente ativa do Brasil.

Nesse microcosmo masculino, muitas vezes as mulheres encontram dificuldade de se destacar. Afinal, ainda há muitas barreiras a se enfrentar pra provar que somos tão capazes quanto eles. E, o mais importante: é no mercado profissional que a mulher demonstra sua potência, : “É pelo trabalho que a mulher vem diminuindo a distância que a separava do homem, somente o trabalho poderá garantir-lhe uma independência concreta”.

Portanto, vamos arregaçar as mangas que dá pra conquistar o seu devido lugar em um espaço dominado por eles. Muitas mulheres fortes ergueram bandeiras e venceram em sua área. Você também pode (e deve!). Quer ver como?

1. Valorize-se
No meio de tantos homens, a gente pode cair na armadilha de se anular e, até mesmo, acreditar que não somos tão boas quanto eles. “A mulher deve saber valorizar seu potencial, aproveitando suas características pessoais para colocar em destaques suas qualidades”. Para isso, identificar suas capacidades é essencial para ser ouvida. É aquela velha máxima: pra ser valorizada por outros é preciso se valorizar primeiro.

2. Você está certa disso?
De acordo com uma pesquisa mundial feita pela empresa de tecnologia HP, as mulheres precisam ter 100% de certeza de que possuem as atribuições exigidas para uma promoção. Caso tenham apenas 99%, sabe o que acontece? Não cogitam se candidatar. E, amiga, sabe quanto os homens precisam de competência pra se atirarem em um cargo novo? Só 60%. Ou seja, nós somos mais inseguras do que eles. Ruim, né?

3. Acerte em cheio no que diz!
Depois de se valorizar e de dar uma polida na sua auto-estima, vem a sua postura diante dos colegas. Sim, a maneira como você se comunica pode ajudar a conseguir seu destaque. A maneira de se posicionar, falar e a clareza e objetividade são fundamentais para conquistar respeito. “Lide com segurança e assertividade naquilo em que possui maior capacidade, sem receio de lutar pelo que deseja, seja a aprovação de um projeto ou um pedido de aumento”.

4. O corpo fala
Amiga, por mais que você treine o que dizer naquela reunião com o boss, a sua linguagem corporal também fala por você. Alguns estudos afirmam que significa até 60% do conteúdo total da comunicação interpessoal. Portanto, ficar de olho na reação do seu chefe e tentar ganhá-lo com a linguagem do corpo é válido. Destaque para três delas: espelhamento, em que se imita o comportamento da pessoa de forma sutil, criando um elo de confiança; modelo de voz, que é seguir a velocidade da fala do outro; e o eco inteligente, ou seja, usar palavras idênticas às da outra pessoa, mas acrescentando opiniões suas.

5. Você é demais!
Destacar suas qualidades pode até parecer marketing (e às vezes, até é mesmo), mas é preciso ser feito. “A mulher precisa estar segura de sua capacidade e competência, e demonstrar esse sentimento”. Claro, tente fugir do ar de superioridade e arrogância, buscando compartilhar suas vitórias com todos de maneira construtiva pra equipe e pra empresa. A mesma tática deve ser usada quando for a hora de pedir aumento. “É preciso ter certeza, não sentir medo ou constrangimento de fazer o pedido e encarar de frente o caminho merecido até a promoção”.

6. Posicione-se
É preciso saber dizer não, amiga. Ainda mais que a cultura machista, das mulheres pegarem o café ou organizarem festinha da empresa, ainda reina em algumas empresas. Ninguém está dizendo pra você se negar sempre a esse tipo de pedido, mas quanto mais você se colorar a dividir essas “funções” com os homens da empresa, mais eles te enxergarão como igual. “Infelizmente, apesar do espaço conquistado pela mulher na sociedade e no mercado de trabalho, ainda predomina a discriminação. É importante continuar  empenhada em conquistar seu espaço e seus direitos e lutar contra o preconceito”.

7. Assédio, nem pensar!
“Você deve ficar focada no seu trabalho e não permitir situações embaraçosas no ambiente”. Sabe o que isso significa? Que você nunca, jamais, deve se calar diante de um assédio! Pra quem não sabe, assédio sexual consiste em manifestações constantes (explícitas e implícitas) de cunho sensual ou sexual, sem que a gente deseje ouvir esse tipo de “comentário”. Se isso acontecer, não fique calada. Fale para colegas de trabalho, para o chefe do assediador, para o RH da empresa e até para o sindicato da sua categoria.

8. Seja mulher
Você não precisa (e nem deve) tentar parecer mais com seus colegas de trabalho pra competir com eles. Na verdade uma mulher que trabalha num ambiente masculino se destaca por suas características femininas, como afetividade, versatilidade, percepção aguçada, intuição, entre outras. “A melhor maneira de vencer numa área dominada por homens é não ter vergonha de ser mulher, valorizando suas aptidões, com profissionalismo e dedicação”.