sexta-feira, 25 de outubro de 2013

Pratique os exercícios iniciais do pompoarismo e aumente o prazer!

Sabia que faz bem exercitar a região vaginal? Isso mesmo! Há técnicas para movimentar a musculatura pélvica e com isso garantir uma maior saúde dos genitais, além de mais prazer.

Trata-se dos Exercícios de Kegel, uma técnica sugerida por muitos ginecologistas às pacientes para prevenir flacidez pós-parto e incontinência urinária.

Outra vantagem: os movimentos ajudam a mulher a perceber melhor as sensações vaginais e, com isso, descobrir mais maneiras de sentir prazer. Esses exercícios são técnicas iniciais para a prática do pompoarismo.

1. Contração vaginal 

Sentada numa cadeira, contraia os músculos da vagina como se apertasse algo dentro dela. Conte até três e relaxe. Repita dez vezes. Depois, contraia e relaxe rapidamente, como se quisesse imitar o ritmo de uma respiração ofegante. Conte até dez novamente. Total: 20 repetições.

2. Contração Anal 

Deitada, flexione as pernas e eleve o quadril. Fique apoiada apenas sobre os ombros e os pés. Contraia o bumbum, conte até três e solte. Faça dez vezes. Deite na cama e relaxe o corpo por alguns instantes. Depois, volte à posição anterior e contraia o ânus em três tempos, sem relaxar entre um e outro: de leve, mais forte e com toda a intensidade. Faça dez vezes. Relaxe e repita o exercício, só que dessa vez você irá contrair não só o ânus, mas também a vagina como se quisesse sugar alguma coisa com ela. Mais dez vezes. Total: 30 repetições.

3. Sucção vaginal 

Recostada na cama, separe as pernas e deixe-as semi flexionadas. Insira um dos dedos na vagina e aperte-o o máximo que puder. Caso não consiga apertar o dedo, insira dois. Faça dez vezes. Depois, tente sugar o dedo com a vagina. Ajude com a respiração: na hora do movimento de sucção do dedo, inspire e prenda o ar. Conte até três. Repita dez vezes. Total: 20 repetições.

4. Contração de glúteo 

De pé, com os pés paralelos e distantes 20 centímetros um do outro, contraia o bumbum. Tente unir as nádegas o máximo que puder. Conte até três e relaxe. Faça dez vezes. Repita o exercício contraindo e soltando rapidamente, como se acompanhasse uma respiração ofegante. Conte dez vezes. Total: 20 repetições.

5. Movimentação do períneo 

De pé, com as pernas semi flexionadas e as mãos na cintura, mova a pélvis para cima e para frente, contraindo o canal da vagina. Conte até três e solte. Faça dez vezes. Depois, faça um movimento circular, como se usasse um bambolê. São quatro movimentos: primeiro, a pélvis vai para cima e para frente; depois o quadril vai para a esquerda; em seguida o bumbum deve ser empinado para trás; por último, o quadril vai para a esquerda. Fala dez giros completos. Total: 20 repetições.
A dica é: não fique com preguiça! Seu saúde – e seu prazer – agradecem!

quinta-feira, 24 de outubro de 2013

Sexo anal: pode ser bom para os dois...

Coisas que todo homem precisa saber para tornar a prática mais gostosa para ele e para ela.

Desejo e fantasia de grande parte dos homens, o sexo anal é visto com reservas por muitas mulheres. Mesmo tendo vontade de praticá-lo, algumas acabam desistindo com medo de sentir dor ou mesmo de se machucar na hora, entre outros receios.

De acordo com especialistas, se o parceiro tem consciência desses temores femininos e sabe lidar com eles, o sexo anal tem muito mais chances de ser prazeroso para elas – prazer esse que não deve ser confundido com ter orgasmos com a penetração anal. Também ajuda quando se entende melhor como funciona o corpo e o desejo das mulheres.

Vencidos os medos e os receios, o sexo anal pode ser prazeroso para a mulher e também para o homem

Para os homens tomarem consciência desses receios, no entanto, é preciso que as mulheres também consigam falar sobre eles. “Não precisa ser uma conversa séria, pode ser um bate-papo informal. Aliás, falar de maneira descontraída ajuda a diminuir a tensão que o assunto provoca”, aconselha Maria Cristina Romualdo Galati, psicóloga e terapeuta sexual da Universidade Federal de São Paulo e do Instituto Kaplan. 

Dica para ela: sexo anal não é presente
 
Débora Pádua, fisioterapeuta uroginecológica e orientadora sexual, diz que, antes de tudo, a mulher deve fazer sexo anal porque deseja e não pelo motivo errado. “Não pode ser um ‘prêmio’ para o marido só que porque é aniversário de casamento do casal, por exemplo. E o homem, por sua vez, tem que entender que é muito mais prazeroso quando a parceira está à vontade com a situação”, explica Débora, dizendo em casos como esses acabam resultando em ansiedade e numa posterior frustração.
 
Dica para ele: delicadeza é indispensável
 
O homem deve estar bem consciente a respeito de uma diferença fundamental. “Ele não pode penetrar no ânus da mesma maneira que faz na vagina. É preciso lembrar que a região anal não tem lubrificação própria como a vaginal”, avisa Maria Cristina.
 
A terapeuta sexual recomenda ainda que o homem não tenha pressa neste momento, caprichando nas carícias antes da penetração. Em consequência disso, a mulher ficará mais relaxada e excitada para a penetração anal. “Ele pode passar a glande do pênis no ânus e ao redor dele para estimular”, exemplifica Maria Cristina.
Uma boa possibilidade é começar a penetração incialmente com os dedos. “Primeiro, com calma, o homem coloca um dedo. Depois, quando a mulher estiver mais relaxada, coloca dois dedos de uma vez”, indica a terapeuta. “A mulher pode aproveitar e ir treinando a contração da região anal, contraindo e relaxando logo em seguida. Isso vai ajudá-la ter mais controle”, completa.
 
Dica para os dois: lubrificante e camisinha
           
Na hora da penetração em si, também não precisa ter pressa, mantendo o ritmo lento e progressivo recomendado pelas especialistas. “O homem pode inserir primeiro a glande, quando a mulher estiver mais segura, coloca um pouco mais e assim vai seguindo”, propõe Débora, lembrando que o uso da camisinha e do lubrificante a base de água é indispensável neste momento, já que o ânus é uma região sem lubrificação e é povoado por bactérias que são nocivas quando em contato com outras partes do corpo.
 
Débora não indica o uso de pomadas anestésicas. É perigoso. “Muitas vezes, elas tiram demais a sensibilidade. O homem acaba introduzindo o pênis de qualquer maneira e a mulher não percebe quando a penetração está machucando, o que pode acabar provocando fissuras no ânus”, esclarece a fisioterapeuta.
 
Dica para eles: não esqueça o resto do corpo
           
Mesmo quando está penetrando o ânus, o homem não deve esquecer as outras partes do corpo da mulher. “Tocar a vagina, especialmente o clitóris, deixa a mulher mais excitada e mais relaxada”, pontua Maria Cristina. “Ela também não precisa ser passiva e pode se masturbar, enquanto é penetrada”, acrescenta a terapeuta sexual. Essa estimulação dupla favorece o orgasmo.
 
Aliás, sobre a controvérsia se a mulher pode ou não ter um orgasmo anal, Débora diz que ainda não há nenhum estudo científico que comprove essa possibilidade. “Mas não importa de onde vem o prazer, porque não só as áreas genitais que estão envolvidas no orgasmo e sim o corpo todo”, avalia a fisioterapeuta.
 
Dica para os dois: existe uma posição ideal?
           
“Muitos homens têm como referência os filmes pornôs, achando que a mulher tem que ficar ‘de quatro’ em cima da cama na hora do sexo anal, sendo penetrada freneticamente. Mas essa não é a posição mais confortável para ela”, pondera Débora.
“Para começar, talvez seja melhor ficar na posição de conchinha ou com a mulher por cima do homem, cavalgando. Essa disposição dá mais controle da situação para a mulher, que não fica tão vulnerável”, finaliza a expert.

quarta-feira, 23 de outubro de 2013

Como descobrir o ponto G?

Uma mulher pode ter diversos tipos de orgasmos: clitorial, vaginal e pela estimulação do ponto G.

O ponto G de facto existe, não é apenas um mito: é uma área no início da vagina que se for estimulada pode levar algumas mulheres até ao prazer do orgasmo. Aliás a zona do início da vagina é a mais responsável pela maioria dos orgasmos vaginais. No entanto, como há tanta coisa a absorver acerca da anatomia feminina, incluindo o ponto G, este pode por vezes passar despercebido, mas se gosta de dar prazer à sua parceira, então aprenda um pouco mais sobre a forma de o fazer.
O ponto G não é nenhum buraco negro…, é apenas uma massa de tecido nervoso localizado a meio caminho entre a parte de trás do osso púbico e o topo da cerviz. Para complicar mais um pouco, o tamanho e localização variam de mulher para mulher, mas será usualmente do tamanho de uma pequena avelã, está situado cerca de 3 a 7 centímetros dentro da vagina logo por debaixo do osso púbico.

Para encontrar o ponto G é necessário:

  • A sua parceira deve estar deitada de costas, joelhos flectidos com os pés pousados na cama.
  • Insira os seus dois dedos – lubrificados – na vagina cerca de 2 a 5 centímetros dentro da vagina em direcção ao umbigo.
  • Pressione delicadamente com 1 ou 2 dedos contra a parede da vagina superior (por debaixo da zona púbica), sentirá uma zona mais rugosa diferente das restantes paredes da vagina.
  • Quando estimular o local certo, ele inchará um pouco, quase da mesma forma que o pénis.
  • Peça à sua parceira orientações, e deslize os seus dedos de um lado para o outro sobre este local.
  • Se pretender um orgasmo mais intenso, estimule o clítoris ao mesmo tempo.

terça-feira, 22 de outubro de 2013

Conheça as cinco maiores fantasias sexuais masculinas...




1) Transar com a parceira
Todas comemoram! Para sorte da mulherada, a primeira fantasia sexual que domina a mente de um homem é a de fazer sexo com a parceira, principalmente reviver os momentos mais intensos que já rolaram entre o casal.

2) Transar com outra pessoa
Infelizmente, a segunda fantasia é a de ir para a cama com alguém que não seja a própria parceira. Isso talvez aconteça porque ele tem desejos que com você não teria coragem de realizar, como sexo anal e ejaculação em determinadas partes do corpo.

3) Transar ele + 2
Bom, na primeira fantasia ele deseja transar com você, na segunda com outra. Na terceira, nada mais junto do que unir as duas vontades anteriores. Uns ficam só na vontade, outros chegam com a história de “e a sua amiga…?”. Cabe a você realizar ou não.

4) Sexo selvagem
Tem dias em que o feijão com arroz não convence. E é em momentos como esse que seu parceiro deseja rasgar sua roupa, jogá-la na cama e dominar!

5) Ser submisso
Em oposição à quarta fantasia e para a surpresa de muitas, um homem também gosta de ser dominado. Essa é a hora de mostrar todo o poder natural feminino!

As fantasias sexuais mais desejadas pelas mulheres...

Terapeutas sexuais, sexólogos e profissionais do mercado erótico contam quais são os cinco desejos mais comuns das mulheres.

Ser algemada e brincar de ser submissa em total segurança excita muitas mulheres.

1. Aventura de uma noite só com um estranho ou famoso
Geralmente com desejos sexuais mais reprimidos, muitas mulheres sonham em ter uma aventura de uma noite só com um homem desconhecido. Aproveitar o sexo sem nenhuma preocupação no dia seguinte é a fantasia de muitas. Algumas incrementam a história transformando o desconhecido em um famoso.   


2. Ser dominada
Poder colocar-se em posição de submissão sem correr risco nenhum é uma fantasia recorrente, especialmente entre mulheres que no dia-a-dia não podem baixar a guarda. Ficar amarrada à cama, vendada, vulnerável e à disposição do homem que se dedica a dar prazer é um sonho para muitas.         


3. Sexo com outra mulher
Diferente dos homens, que raramente têm fantasias de teor homossexual, é comum que as mulheres imaginem como é fazer sexo com outra mulher. Fantasiar a relação entre iguais é mais comum no universo feminino porque culturalmente é aceito que as mulheres troquem carinhos desde pequenas, ao contrário do que acontece com os meninos. 


4. Cenários românticos
Enquanto os homens sonham com lugares loucos para uma “rapidinha”, as mulheres pensam em cenários mais elaborados e românticos. Sexo na beira da praia, ao lado de uma cachoeira, em contato com a natureza e com muita liberdade faz parte do repertório de fantasias de muitas mulheres.    


          5. Agir como garota de programa
Ao fantasiar ser uma profissional do sexo, a mulher se permite fazer coisas que normalmente não faria. Posições sexuais diferentes, roupas provocantes, strip tease, topar fazer tudo – desde que mediante pagamento. Imaginar estas coisas faz com que a mulher realize em pensamento algumas vontades reprimidas. 



 
           

segunda-feira, 21 de outubro de 2013

Seu namoro caiu na rotina? Sexóloga dá 5 dicas para você 'apimentar' a relação

A rotina é o principal motivo que leva casamentos e namoros ao fim. Está passando por uma crise? Ama tanto seu parceiro que não quer que ele saia nunca do seu lado? Então, que tal aprender algumas dicas para não deixar a relação esfriar.


Tatiana Presser dá dicas para 'apimentar' o relacionamento
A psicóloga e sexóloga Tatiana Presser listou algumas sugestões para você aprender a apimentar seu relacionamento. Segundo ela, depois de cinco anos juntos, a frequência sexual do casal diminui em mais de 50%, por isso é preciso aprender a contornar as crises: “Em vez de você olhar pro lado e tentar encontrar outra pessoa e se encontrar na mesma situação daqui a cinco anos, por que não tentar driblar isso agora? As pessoas hoje estão desistindo muito mais fácil porque não têm paciência. Ela passou uma fase ruim, que eles estão brigando, não está dando certo, não conseguiram arrumar, então vão partir pra outra. Não adianta, você vai se encontrar no mesmo lugar”.
Entendeu o toque? Então, aprenda as dicas abaixo e não marque bobeira com o seu amor!
1ª dica - Uma dica básica, incrível, que dá um “chacoalha” em qualquer casamento é o beijo. Mas não o beijo técnico ou estalinho, o beijo de língua. Estamos falando de uma coisa mais erótica, que tenha um valor mais especial. Um beijo de 10 segundos de língua dá um “chacoalha” em qualquer casamento.
2ª dica - Outra dica também é você começar a prestar atenção mais no que o seu parceiro se interessa na vida, no dia a dia, nas conversas. Conversar mais sobre o que interessa a ele, o que interessa a ela sempre dá uma apimentada a mais.
3ª dica - A questão do tato é muito importante. A medida que a gente toca, a gente aumenta o nível de citosina no nosso corpo. Porque nós não somos seres monógamos. Como é que a gente vai driblar isso. A citosina é justamente o hormônio que a mãe e o bebê vão ter durante a amamentação. Então, você estimular o carinho fora e dentro de uma cena íntima é superimportante porque você vai estimular um vínculo entre os dois.  Abraçá-lo de forma espontânea, driblar a vergonha de demonstrar afeição em público, mostrar o orgulho que tem do parceiro, pegar na mão do parceiro, dar um beijo na frente das pessoas...
4ª dica - Procurar conhecer o nosso corpo e conhecer o corpo do seu parceiro. Isso é essencial para a gente poder parar de fazer o que a gente acha que o outro quer e fazer o que o parceiro realmente quer. Através do diálogo, da conversa e do conhecimento você vai poder ensinar ao outro o que você quer. Às vezes, as mulheres esperam que os homens adivinhem seus pensamentos, mas não tem como adivinhar o pensamento de ninguém. É muito fácil ficar culpando o outro. É preciso ver o que está em você para você conseguir mostrar o que você deseja.
5ª dica - Ajudar o parceiro. O homem dividir as tarefas em casa ajuda muito a mulher. Hoje em dia, as mudanças acontecem muito mais rápido do que era antes, então 10, 15 anos atrás, o homem estava meio perdido, ele não tinha um papel. Agora, ele está vendo que o papel dele é ser parceiro. É, junto da mulher, construir esse lar, tomar conta desse lar, das crianças. E isso ajuda muito na relação, porque a mulher tem a sensação de que ela realmente é uma mulher.

sexta-feira, 18 de outubro de 2013

Amor e Sexo...


Você, leitor amigo, sabe o que é amor? Sabe qual a diferença de sexo e amor? O que você faz com a pessoa que ama? Você a ama mesmo? Será que ela é sua alma gêmea, ou você de repente está numa união estável, mas ainda pensa em encontrar sua cara metade?

O que é o amor?

Amor: significa afeição, compaixão, misericórdia, inclinação, apetite, paixão, querer bem, conquista, desejo, libido, entre outras coisas. É o teor do vínculo emocional com outra pessoa ou com um objeto, capaz de receber esse amor e alimentar as estimulações sensoriais e psicológicas. È uma reação neurológica, que se associa a baixos níveis de serotonina, quando encontramos "nossa cara metade:" as mãos suam, as palavras tremem, os joelhos bambeiam... Muitas são as reações físicas do amor.

O amor pode se tornar doentio, quando misturado a paixões fortes, levando o ser humano a cometer loucuras. 

Amor e sexo verdadeiras diferenças:

 A relação sexual não é apenas um contato genital. Há vários níveis, alguns tão discretos que podem ser praticados em qualquer lugar sem agredir os costumes vigentes.

O primeiro nível de relação sexual é mental. Quando se passa a desejar outra pessoa em pensamento, visualizá-la em um ato de amor. Essa visualização tende a tornar real esse desejo. Jamais se pode ir contra a vontade de alguém, se a outra pessoa não quer que tal ato aconteça, as leis naturais impedem a violentação da liberdade.

O segundo nível de contato sexual é o olhar

O olhar tem um poder extraordinário de estabelecer ligação profunda entre as pessoas, de gerar amor e de desencadear excitação sexual. É um recurso que, em público, em menos de um segundo, sem que ninguém em torno perceba nada, pode estabelecer vínculos definitivos entre duas pessoas.

Durante um simples beijo ou durante um contato sexual de último grau, o uso do olhar pode superdimensionar as sensações, amplificando-as dezenas de vezes. As pessoas que beijam ou fazem amor de olhos fechados estão perdendo um upgrade precioso, capaz de lhe abrir canais jamais experimentados de envolvimento e de prazer.
Um olhar pode produzir excitação sexual numa pessoa sem tocá-la, sem lhe dirigir a palavra, simplesmente penetrando a pessoa com o olhar. Conhecem-se muitos casos de orgasmo desencadeado somente com o efeito olho-no-olho durante algum tempo.
O terceiro nível de contato sexual é dirigir a palavra

O tom da voz, o assunto e o vocabulário escolhido podem produzir efeitos incalculáveis. Durante um contato sexual a palavra é fundamental.

Uma palavra de amor pode detonar instantaneamente o explosivo da sexualidade. Um diálogo picante pode projetar os amantes aos píncaros da excitabilidade. Falar sobre suas fantasias pode hipervalorizar sua cumplicidade e mover os setores mais subconscientes do casal, onde se localiza a liberação dos instintos.

O quarto nível de relação sexual é o toque

O toque é uma arte que precisa ser desenvolvida. Nenhum exercício é mais eficiente que a decisão de estar atento a cada toque que aplique daqui para frente em seu parceiro, em seu amigo, em seu cãozinho, em uma flor, em um objeto inanimado. Tocar é sagrado. É o momento em que os campos elétricos do seu corpo se conectam com os de um outro corpo. Ocorrem trocas energéticas que sempre influenciam a saúde, o equilíbrio, a felicidade, o karma.

O quinto nível de relação sexual é o beijo

Beijar já é fazer amor. Tocar com seus lábios suavemente os lábios de alguém, permitir que suas texturas, temperaturas, perfumes sejam compartilhados e usufruídos, constitui uma oferenda e uma concessão que você proporciona a um número muito limitado de privilegiados.

Conscientize isso e concentre-se melhor no que está fazendo, mesmo quando tratar-se de um beijinho de cumprimento de chegada ou de despedida. Olhe nos olhos, inspire para sentir o perfume do alento, detenha-se mais um instante a compartir esse fugaz momento de enlevo. Especialmente, se tratar-se de um amigo ou amiga com quem você não tem maiores intimidades. Essa vivência pode ser mais estimulante do que travar toda uma relação sexual de último grau. Há pessoas que conseguem nos marcar para o resto da vida com apenas um toque nos lábios. Quantas pessoas cativaram para sempre um parceiro ou parceira apenas com um beijo! Quantos amigos temos que ficam aguardando ansiosos o dia de nos reencontrarem, apenas para experimentar esse instante de proximidade permissível...

Não é qualquer beijo que produz as mais sublimes sensações. Experimente beijar com mais suavidade. Explore mais os lábios. Pesquise a temperatura do cantinho da boca. Deslize seus lábios sobre os do parceiro ou parceira. Alterne a pressão durante um mesmo beijo. Toque carinhosamente a pontinha da língua no lábio inferior do parceiro. Exerça uma carinhosa sucção.

O sexto nível de relação sexual é a carícia corporal

As preferências são tão variáveis que não se poderia traçar aqui um roteiro preciso que servisse para todos. Contudo, há alguns procedimentos que são mais ou menos universais. Por exemplo, o cuidado para não causar dor mediante uma carícia que, em princípio, deveria proporcionar prazer.

As mulheres geralmente machucam, sem querer, os testículos e a glande do parceiro. Os homens geralmente machucam o clitóris e os mamilos da parceira. Portanto, a regra é a carícia delicada. Se o parceiro ou parceira prefere um toque forte, cabe ao interessado pedir mais força. É melhor do que um constrangedor "ai!".

Se a mulher gosta de uma ereção gloriosa não deve pressionar a glande, pois isso bombeia o sangue para fora do pênis. Para intensificar a rigidez do órgão masculino um dos recursos mais eficientes consiste em apertar a base do pênis e puxar o sangue para a ponta, "como ao tirar leite da vaca", segundo textos antigos que se valiam de comparações com o cotidiano do povo de então.

O sétimo nível de relação sexual é o coito

O contato sexual não deve ser realizado com pressa.

Se não há tempo, deixe para uma ocasião mais apropriada. Não tenha por objetivo o orgasmo e sim o prolongamento do prazer por algumas horas.
Quando surgir o impulso natural para a comunhão dos corpos, o par pode escolher qualquer posição sentada ou deitada, desde que a mulher fique por cima. No transcorrer da relação, essa posição pode mudar, mas deve prevalecer a alternativa da mulher por cima.
Devem-se evitar movimentos rápidos e atitudes grosseiras. O amor precisa ser uma obra de arte, de poesia e estética. Muito carinho é a lei.

O sexo, já é um ato mais abruptalhado, violento, sem sentimento puro, que visa apenas o prazer de apenas uma das partes do casal, muitas vezes contrariando as leis da natureza.
  È o que mais tem acontecido na sociedade mundial hoje.  Muitas pessoas frustradas com seus relacionamentos, casamentos e famílias acabando por esquecimento do amor verdadeiro. Nos dias atuais, não se conhece o amor de fato, não se "perde tempo" com conquistas, e já se vai para o sexo, muitas vezes, tendo um fruto gerado sem o maior prazer, sem amor. Daí, a origem de abortos, de infelicidades de casais, das traições da tristeza generalizada, pela falta da alma gêmea.

Energia sexual:
Como se trabalha?


A primeira coisa a ser feita é amar com sentimento puro e se entregar de coração aberto, sem limites, sem preconceitos, sem restrições... A energia sexual surge dessa magia gerada pelos dois seres que em fusão iniciam um processo vibratório altamente poderoso. Com a troca de caricias e com o envolvimento corporal cada vez mais intimo, esse calor energético vai entrando em ebulição e os corpos começam a trocar uma nova energia que agora esta ligada a um prazer físico altamente potencializado. O gozo é o clímax final deste prazer, e se essa energia for auto consumida, o organismo destes seres que se amaram em físico entra numa freqüência vibratória tão alta que o liquido sagrado produzido pelo ato sexual purifica o corpo e abrem novos canais de sensibilidade para ambos os parceiros. Se a energia do gozo for expelida mesmo depois da sublimação desta energia, não ha problemas pois o éter da energia já foi reabsorvido pelos corpos em ebulição e o ato de amor já foi santificado pela intenção de despertar a luz interna.
Isso seria o mesmo que despertar o Kundaline?
Sim, o kundaline é o trabalho com a energia sexual, porém sem o gozo em hipótese nenhuma pois o liquido sagrado precisa ser direcionado para a base da coluna vertebral e então ascendido para o cérebro num trabalho de despertar completo. O kundaline é o despertar do iniciado através do ato sexual divino, onde o amor incondicional produz o elixir da vida eterna tão procurada pelos cientistas do mundo inteiro.
De onde surgiram as doenças do sexo, principalmente a Aids?
Essas doenças são energéticas e nasceram da degeneração do ato sexual. As pessoas começaram a se comerem mutuamente e a não se importarem com quem estavam ligando suas energias e corpos, daí, com tantas diferentes freqüências, parceiros, sentimentos, vibrações... Abriu-se espaço para tantas doenças e vírus prosperarem dentro da sociedade onde o sexo é apenas um prazer carnal sem nenhum fim espiritual ou de desenvolvimento energético e humano.

A fidelidade é importante?
Depende da proposta do casal! Se duas pessoas estão juntas, mas intimamente continuam em busca da parceria perfeita... Essas duas pessoas vão continuar com o impulso de buscar novas experiências mesmo convivendo uma com a outra. Se o casal em questão tiver concluído a busca e se completam com perfeição, então naturalmente o desejo por outro acaba e o casal passa a ser totalmente ligado um ao outro apenas.
Muitas vezes a regra de fidelidade é uma imposição social e o casal se obriga a ser fiel pois assim manda a lei. Porem em suas mentes eles vivem imaginando e projetando experiências com outras pessoas... Neste caso a fidelidade é apenas corporal, pois mentalmente esse casal esta vivendo experiências e isso com o tempo criam depressão, insegurança, infelicidade e falta de vontade em manter um relacionamento sexual com o marido ou esposa em que estão amarrados.
A fidelidade só é real se for uma decisão sincera do corpo, da alma, do pensamento e da energia... Coisa raríssima de se encontrar no mundo de hoje!
Existe a união eterna entre o homem e a mulher?
Se este homem e esta mulher se encaixarem perfeitamente em todos os aspectos e sentidos, se os seus corpos forem exatamente iguais na junção e as metades se completarem com harmonia... Esse casal pode realizar o ato do sagrado matrimonio e isso se tornar uma união eterna, não importando o numero de vidas que esses espíritos assumam estes sempre estarão juntos e se encontrarão como parceiros por vidas e vidas e mais vidas.
Existe alma gêmea?
Com certeza existe alma gêmea é por isso que as pessoas passam a vida buscando a sua outra metade. Porém nem sempre as duas partes encarnam ao mesmo tempo e às vezes uma das partes fica em estado astral e invisivelmente envia amor e proteção para a metade que encarnou.
O vazio que muitas pessoas sentem em relação a um parceiro perfeito vem desse desejo ardente em encontrar a alma gêmea.
Casais podem passar a vida inteira juntos sem serem almas gêmeas?
Isso é o que acontece na maioria dos casos. Pessoas se unem apenas nesta vida e se acostumam um com a companhia do outro sem se importarem se são ou não almas gêmeas. Outras ficam juntas apenas por uma insegurança ou imposição social. Existem muitos motivos que ligam pessoas em matrimonio sem que estas sejam almas gêmeas... Infinitos motivos...
Você sabe quando encontra a sua alma gêmea?
Com certeza os corações sabem quando encontram a sua outra metade, é simplesmente um relacionamento perfeito, divino, diferente de tudo o que você pode chamar de casamento. Essas pessoas podem se considerar privilegiadas, pois cumpriram a etapa da união perfeita.

terça-feira, 15 de outubro de 2013

Cinco partes do corpo masculino para você tocar e excitar...

Todo mundo tem as partes do corpo onde mais gosta de ser tocado, né? Orelhas, nuca, pescoço... as preferências são individuais, mas algumas regiões do corpo são conhecidas por serem mais sensíveis ao toque . Confira uma lista com as partes do corpo onde os homens mais gostam de ser tocados; e aproveite para deixar o seu parceiro louco!

Bumbum: basta uma leve massagem com as pontas dos dedos e voilá, os mais sensíveis já vão ficar louquinhos.
  • Atrás da orelha: a gente já sabe por instinto (e experiência própria) que a orelha é uma parte bem sensível do corpo. No entanto, ao tocar a região atrás da orelha do seu parceiro, você vai perceber que ele fica bastante excitado – é que ali estão as terminações nervosas que aguçam o tato e a audição.
  • Calcanhar: parece sem graça, mas não é. Segundo a reflexologia, alguns pontos no calcanhar são responsáveis por aumentar o nível de excitação. Que tal uma massagem nos pés pra começar as preliminares?
  • Períneo: você já ouviu falar nele? É a região do corpo masculino que fica entre o pênis e o ânus. Cheia de terminações nervosas,  eleva o grau de excitação às alturas! Experimente uma massagem usando um ou dois dedos – mas sem assustar o parceiro, né? Região delicada...
  • Língua: nada melhor que um longo beijo de língua para excitar um homem – você nem precisa usar as mãos.
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    E você, conhece algum truque para deixar o cara ainda mais excitado? Quer dividir com a gente?

    Curiosidades...


    Primeiro dia de Lua Nova.

    Quantas vezes a gente já não reclamou quando a menstruação chega. Chamada de monstra, de chico. Menstruar passou a ser mais um atributo biológico desnecessário na sociedade moderna.
    Uma vez ouvi de uma parteira chilena que os problemas do parto começam com a não aceitação da menstruação. Segundo essa sábia mulher, o sangue que derramamos em ciclos próximos aos lunares (28 dias), é um grande portal de poder feminino.
    É através de nossa menstruação que nos conectamos com os ciclos da lua, com a força da natureza interna que aponta o momento em que o ventre chora em despedida ao óvulo não fecundado. Momento esse que nos esvaziamos mental e fisicamente dos despejos espermatozóicos masculinos, que carregam não só matéria, mas também sentimentos que são absorvidos em nosso ventre. Menstruar é se limpar psiquicamente.
    Nossa sociedade dinâmica e intensa bloqueia o contato com este poder feminino através da menstruação. Masculinizar a essência para servir ao mercado é sinal de sucesso. O sangue é considerado nojento e a falta de contato da mulher com seus próprios processos geram um distanciamento deste centro de poder fundamental para uma vida sexual saudável, para um bom parto e amamentação.
    Em algumas sociedades acredita-se que a menstruação é um momento especial.Em algumas tradições matriarcais o sangue era uma forma de reverenciar a Deusa e um momento especial porque confere à mulher poderes mágicos, chaves para seu inconsciente.
    Em uma sociedade asséptica, em que mulheres são consideradas vitoriosas por não menstruarem, adotando muitas vezes recursos como os chips de hormônios inseridos debaixo da pele, lidar com os próprios produtos que saem das entranhas do corpo é algo impensado.
    Na busca pela assepsia de emoções e corpos faz mais sentido deitar-se alheia,com o ventre seccionado para a retirada do bebê,  do que vivenciar as dores e prazeres deste processo biológico.
    Existe um poder escondido, quase secreto, que reconecta à mulher a si mesma através da menstruação. Sangrar é entregar esse sangue como veículo de renovação. Nerga-se é o que gera a Tensão Pré Menstrual e as sérias mazelas corporais e físicas.
    Quando negamos as diversas etapas de ser mulher, abrimos mão do profundo poder que é ser. O primeiro portal de poder feminino é a menstruação, segue com a primeira relação, fortalece-se como parto e consagra-se com a menopausa.
    Assim como as mulheres não querem menstruar, abrem mão de parir e com bisturis modificam seus corpos sábios e vividos no fim do ciclo fertilidade em busca de uma eterna juventude.
    Conheço mulheres que tomam pílulas para não menstruarem em determinadas ocasiões. Uma viagem com namorado, lua de mel. Como se pudéssemos pegar nossos processos fisiológicos para que nos sirvam. Tem quem abra mãos de menstruar. Transar menstruada é um tabu. Mas se você for perguntar para os homens, este tabu é muito mais feminino.
    Há quem tenha nojo do próprio sangue?! Depois de começar a usar os coletores, menstruar se tornou ainda mais fácil. Posso correr (que não vaza), entrar na água (que não fica aquele tufo inflado de algodão por dentro). É só lavar, algumas vezes por dia. E como o sangue não entra em contato com o ar, ele não tem aquele cheiro desagradável dos absorventes descartáveis.
    Por muito tempo a menstruação era para mim um grande problema. Não pelas cólicas, que nunca tive, nem pelo fluxo, mas porque eu nunca gostei de usar absorvente. Meu ciclo sempre foi perfeito – 28 dias. A Menstruação sempre durou 4 dias. Mas eu era atleta e a menstruação diminuía meu rendimento e quando menstruada tinha que usar absorvente interno para nadar ou malhar.
    Parar de menstruar foi um ato bem simbólico. Isso aconteceu durante a gestação e depois de nove meses. Eu senti a menstruação vindo. Virei um bicho. Brava, agressiva. A loba que nascia no parto que mostrava sua face escura na lua nova. Foram as minhas TPMs que me mostraram o caminho de resgate do meu feminino que se fragmentara no parto, criando um caleidoscópio da antiga Kalu, para a nova. Passei a entender que as TPMs são, na verdade, uma lente de aumento para aquilo que não vai bem. Uma grande oportunidade para olhar de perto e bem fundo nossas feridas.
    Ano passado, em outubro, depois do curso da Mother Maya, sobre a cura do feminino, passei a fazer aplicação de um chá para amenizar os efeitos da TPM na minha vida.

    Receita do Chá

    3 colheres de sopa de pétalas de rosas vermelhas orgânicas

    3 colheres de sopa de folha de morango silvestre seco (pode substituir por gel de babosa puro 1 colher de sopa)

    Ferver duas xícaras de chá de água em banho maria. Quando ferver jogar as pétalas e deixar tampado até estar mais fria do que um chá de beber.

    Aplicar com uma ponteira vaginal em recipiente de enema (preferência por metal). Colocar lá dentro.

    Reter e depois soltar, deitada no chão, de barriga para cima, com os pés apoiados no chão, inclinando para cima o quadril e liberando-o levemente.

    Esse chá ajuda a melhorar todos os processos femininos. Sempre aplicar no segundo dia de lua nova, até o nono dia da lua, dia sim e dia não. Para quem já menstrua na Lua nova ele serve para limpar o útero. No pós parto, banho de assento com esse chá é ótimo para cuidar desta região.

    Em 3 aplicações comecei a menstruar na Lua Nova. Depois de passar 2 finais de semana seguidos trabalhando com os aspectos do feminino, minha menstruação atrasou 10 dias, e chegou no segundo dia de Lua Nova, trazendo para mim a renovação.

    Minha menstruação sempre foi muito simbólica para mim. Ela me mostra sobre minha saúde emocional principalmente. Sempre que inicio uma nova relação amorosa minha menstruação muda.

    Como se entrasse em um novo ciclo com aquele parceiro. E no término, ela vem, como para mostrar o fim.

    O caminho de aceitação pelo feminino, em minha opinião, passa por uma aceitação da menstruação e dos demais processos que nos cabem: parir e amamentar. A beleza do feminino não é abrir mão disso, mas aprender a conviver bem com tudo isso. E todos esses processos são um convite de olhar e adentrar em si mesma, percorrendo os caminhos das sombras para ver as estrelas.
    Não tenho filhas, mas meu filho sempre vê meu sangue. Não me escondo. Ele me pergunta sempre a menstruação e uso a analogia da lua para explicar o que acontece com as mulheres. A lua cheia, o útero que espera o filho e quando este não vem, o corpo que se renova.
    Quando ele não vê a lua no céu ele diz: está perto do dia de você sangrar, né, mãe?
    E assim, conectada e de posse de nosso sangue, podemos fazer uma revolução interna. Menstruar é um verbo feminino que temos que ter orgulho de conjugar, como parir e amamentar. Claro que podemos abrir mão, mas não sem consequência para nosso crescimento feminino.

    5 passos para excitar uma mulher ou como transformar uma princesa em mulher de desejo...




    Se existe um forte tabu feminino é o desejo. Mulher que deseja é mal vista. Em pleno século 21 temos ainda visões do principado. A fábrica de princesas.

    Quando a maternidade chega esse desejo fica ainda mais negado. Uma mulher, quando mãe, não pode desejar. Não pode mais se sentir desejada.

    E quando esse desejo chega, sem escolher se é solteira ou casada?

    Excitar profundamente uma mulher é  liberar o lado “vadia” que habita até as princesas mais moralistas.

    O oposto do desejo é a morte. Talvez por isso estejamos vivendo uma era de depressão, de tristeza, principalmente entre mulheres. É como se fosse vida versus morte, desejo versus passividade.

    Então, vamos lá! Seguem 5 passos que um homem pode fazer, e uma mulher querer, para que esse lado selvagem e feminino apareça.
     
    1 – olhe-a com desejo
    aquele olhar de marinheiro, que não vê mulher a meses…. aquele olhar que nos faz desviar os olhos e tropeçar na calçada, aquele olhar que nos faz pensar que temos algo muito muito delicioso, seja uma bunda, um peito, uma curva, aquele charme/jeito de jogar o cabelo, aquele olhar acompanhado de um suspiro sincero e uma vontade de louca de se afogar naquele corpo

    2 – demonstre desejo
    fale sobre esse desejo, com sinceridade. use as palavras que brotam deste tesão. não tenha medo deste encontro de almas. queira ficar perto, toque, acaricie. olho nos olhos, respiração curta, bem perto do ouvido. projete seu corpo para frente, encoste, encoxe, enrole, entrelace.

    3 – toque com desejo
    obedeça seu corpo, sinta as partes quentes dele, transfira este calor. aproxime seu braço. pegue firme e conduza. sente-a no seu colo. faça a sentir o seu tamanho, o quanto está duro. Perceba o quanto ela está úmida, seja com a boca, seja com os dedos. sinta o desejo pulsando  no ar.

    4 – beije com desejo
    molhado, intenso, forte. experimente beijos em lugares diversos, arraste sua boca pelo pescoço. use sua língua macia, quente… sugue o néctar desta mulher, a essência dela. não há limites para sua boca, não há fronteiras. abuse do poder de manipulação dela. morda o pescoço, chupe sangue. meta a língua e gire-a. ofereça prazer para beber prazer

    5 – faça sexo com desejo
    penetre, chupe, apalpe. forte e suave. devagar e rápido. use também a boca e as mãos. olhe nos olhos, provoque, sinta o tesão que pulsa no ar. esteja aberto, receptivo e atento. você irá tirar o melhor da mulher. receba gozos, sinta o corpo tremer. explore cada centímetro deste corpo entregue ao desejo. afogue-se nesta imensidão oferecida. seja presente, ofereça seu sexo para que ela o use, da forma que quiser. não há erro, apenas entrega, desejo, prazer, tesão.

    Princesa vão á bailes de máscaras. Sempre há um lugar, para se perder a identidade forjada e para descobrir seu outro Eu.

    terça-feira, 1 de outubro de 2013

    O que é Câncer de mama?

    Existem diversos tipos e subtipos de câncer de mama. No geral, o diagnóstico para o câncer de mama leva em conta alguns critérios: se o tumor é ou não invasivo, seu tipo tipo histológico, avaliação imunoistoquímica e seu estadio (extensão):
    Tumor invasivo ou não
    Um câncer de mama não invasivo, também chamado de câncer in situ, é aquele que está contido em algum ponto da mama, sem se espalhar para outros órgãos - a membrana que reveste o tumor não se rompe, e as células cancerosas ficam concentradas dentro daquele nódulo. Já o câncer de mama invasivo acontece quando essa membrana se rompe e as células cancerosas invadem outros pontos do organismo. Todo câncer de mama in situ tem potencial para se transformar em um câncer de mama invasor.
    Avaliação Imunoistoquímica
    Também chamada de IQH, a avaliação imunoistoquímica para o câncer de mama avalia se aquele tumor tem os chamados receptores hormonais. Aproximadamente 65 a 70% dos cânceres de mama tem esses receptores, que são uma espécie de ancoradouro para um determinado hormônio. Existem três tipos de receptores hormonais para o câncer de mama: o de estrógeno, o de progesterona e o de HER-2. Esses receptores fazem com que o determinado hormônio seja atraído para o tumor, se ligando ao receptor e fazendo com que essa célula maligna se divida, agravando o câncer de mama.
     
    A progesterona e o estrógeno são hormônios que circulam normalmente por nosso organismo, que podem se ligar aos receptores hormonais do câncer de mama, quando houver. Já o HER-2 (sigla para receptor 2 do fator de crescimento epidérmico humano) é um gene que pode ser encontrado em todas as células do corpo humano, que tem como função ajudar a célula nos processos de divisão celular. O gene HER-2 faz com que a célula produza uma proteína chamada proteína HER-2, que fica na superfície das células. De tempos em tempos, a proteína HER-2 envia sinais para o núcleo da célula, avisando que chegou o momento da divisão celular. Na mama, cada célula possui duas cópias do gene HER-2, que contribuem para o funcionamento normal destas células. Porém, em algumas pacientes com câncer de mama, ocorre o aparecimento de um grande número de genes HER-2 no interior das células da mama. Com o aumento do número de genes HER-2 no núcleo, ficará também aumentado o número de receptores HER-2 na superfície das células.
    Tipo histológico
    O tipo histológico é como se fosse o nome e o sobrenome do câncer de mama. Os tipos histológicos de câncer de mama se dividem em vários subtipos, de acordo com fatores como a presença ou ausência de receptores hormonais e extensão do tumor. Os tipos mais básicos de câncer de mama são:
    • Carcinoma ducta in situ:é o tipo mais comum de câncer de mama não invasivo. Ele afeta os ductos da mama, que são os canais que conduzem leite. O câncer de mama in situ não invade outros tecidos nem se espalha pela corrente sanguínea, mas pode ser multifocal, ou seja, pode haver vários focos dessa neoplasia na mesma mama. Caracterizase pela presença de um ou mais receptores hormonais na superfície das células.
    • Carcinoma ductal invasivo:ele também acomete os ductos da mama, e se caracteriza por um tumor que pode invadir os tecidos que os circundam. O câncer de mama do tipo ductal invasivo representa de 65 a 85% dos cânceres de mama invasivos. Esse carcinoma pode crescer localmente ou se espalhar para outros órgãos por meio de veias e vasos linfáticos. Caracteriza-se pela presença de um ou mais receptores hormonais na superfície das células.
    • Carcinoma lobular in situ: ele se origina nas células dos lobos mamários e não tem a capacidade de invasão dos tecidos adjacentes. É um tipo de câncer de mama que frequentemente é multifocal. O carcinoma lobular in situ representa de 2 a 6% dos casos de câncer de mama.
    • Carcinoma lobular invasivo: ele também nasce dos lobos mamários e é o segundo tipo mais comum de câncer de mama. O carcinoma lobular invasivo pode invadir outros tecidos e crescer localmente ou se espalhar. Geralmente apresenta receptores de estrógeno e progesterona na superfície das células, mas raramente a proteína HER-2.
    • Carcinoma inflamatório: raramente apresenta receptores hormonais, podendo ser chamado de triplo negativo. Ele é a forma mais agressiva de câncer de mama – e também a mais rara. O carcinoma inflamatório se apresenta como uma inflamação na mama e frequentemente tem uma grande extensão. O câncer de mama do tipo inflamatório também começa nas glândulas que produzem leite. As chances dele se espalhar por outras partes do corpo e produzir metástases são grandes.
    • Doença de Paget: é um tipo de câncer de mama que acomete a aréola ou mamilos, podendo afetar os dois ao mesmo tempo. Ele representa de 0,5 a 4,3% de todos os casos de carcinoma mamário, sendo portando uma forma mais rara. Ele é caracterizado por alterações na pele do mamilo, como crostas e inflamações – no entanto, também pode ser assintomático. Existem duas teorias para explicar a origem da doença de Paget da mama: as células tumorais podem crescer nos ductos mamários e progredir em direção à epiderme do mamilo, ou então as células tumorais se desenvolvem já na porção terminal dos ductos, na junção com a epiderme.
    Estadiamento da doença
    O câncer de mama é dividido em quatro estadios ou estágios, conforme a extensão da doença, que vão do 0 ao 4:
    • Estadio 0: as células cancerosas ainda estão contidas nos ductos, por isso o problema é quase sempre curável
    • Estadio 1: tumor com menos de 2 cm, sem acometimento das glândulas linfáticas da axila
    • Estadio 3: nódulo com mais de 5 cm que pode alcançar estruturas vizinhas, como músculo e pele, assim como as glândulas linfáticas. Mas ainda não há indício de que o câncer se espalhou pelo corpo
    • Estadio 4: tumores de qualquer tamanho com metástases e, geralmente, há comprometimento das glândulas linfáticas. No Brasil cerca de 60 a 70% dos casos são diagnosticado em estadio 3 ou 4.

    Fatores de risco

    Os principais fatores de risco para o câncer de mama são:
    Histórico familiar
    Os critérios para identificar o risco genético que uma mulher tem de sofrer um câncer de mama são:
    • Dois ou mais parentes de primeiro grau com câncer de mama
    • Um parente de primeiro grau e dois ou mais parentes de segundo ou terceiro grau com a doença
    • Dois parentes de primeiro grau com câncer de mama, sendo que um teve a doença antes de 45 anos
    • Um parente de primeiro grau com câncer de mama bilateral
    • Um parente de primeiro grau com câncer de mama e um ou mais parentes com câncer de ovário
    • Um parente de segundo ou terceiro grau com câncer de mama e dois ou mais com câncer de ovário
    • Três ou mais parentes de segundo ou terceiro grau com câncer de mama
    • E dois parentes de segundo ou terceiro grau com câncer de mama e um ou mais com câncer de ovário.

    Idade

    As mulheres entre 40 e 69 anos são as principais vítimas de câncer de mama. Isso porque a exposição ao hormônio estrógeno está no auge com a chegada dessa idade. A partir dos 50 anos, particularmente, os riscos entram em uma curva ascendente.

    Menstruação precoce

    A relação entre menstruação e câncer de mama está no fato de que é no início desse período que o corpo da mulher passa a produzir quantidades maiores do hormônio estrógeno. Esse hormônio em quantidades alteradas facilita a proliferação desordenada de células mamárias, resultando em um tumor. Quanto mais intensa e duradoura é a ação do hormônio nas células mamárias, maior é a probabilidade de um tumor. Se a primeira menstruação ocorre por volta dos 9 ou 10 anos de idade, é porque os ovários intensificaram a produção do hormônio cedo e, assim, o organismo ficará exposto ao estrógeno por mais tempo no decorrer da vida.

    Menopausa tardia

    A lógica nesse caso é a mesma do caso acima - enquanto a menstruação não cessa, os ovários continuam a produzir o estrógeno, deixando as glândulas mamárias mais expostas ao crescimento celular desordenado.

    Reposição hormonal

    Muitas mulheres procuram a reposição hormonal para diminuir os sintomas da menopausa. Mas essa reposição - principalmente de esteroides, como estrógeno e progesterona - pode aumentar as chances de câncer de mama. Na menopausa, os tecidos ficam ainda mais sensíveis à ação do estrógeno, já que os níveis desse hormônio estão baixos devido à ausência de sua produção pelo ovário. Como alternativa à reposição hormonal, é indicada a prática de exercícios físicos e uma dieta balanceada.

    Colesterol alto

    O colesterol é a gordura que serve de matéria prima para a fabricação do estrógeno. Dessa forma, mulheres que altos níveis de colesterol tendem a produzir esse hormônio em maior quantidade, aumentando o risco de câncer de mama.

    Obesidade

    O excesso de peso é um fator de risco para o câncer de mama principalmente após a menopausa. Isso porque a partir dessa idade o tecido gorduroso passa a atuar como uma nova fábrica de hormônios. Sob a ação de enzimas, a gordura armazenada nas mamas, por exemplo, é convertida em estrógeno. O alerta é mais sério para aquelas que apresentam um índice de massa corporal (IMC) igual ou superior a 30. A redução de apenas 5% do peso já cortaria quase pela metade os riscos de desenvolver alguns dos principais tipos de câncer de mama. A constatação é de pesquisadores do Centro de Prevenção Fred Hutchinson (EUA), com base na avaliação de dados de 439 mulheres acima do peso entre 50 e 75 anos de idade.

    Ausência de gravidez

    Mulheres que nunca tiveram filhos têm mais chances de ter câncer de mama devido a ausência de amamentação. Quando a mulher amamenta, ela estimula as glândulas mamárias e diminui a quantidade de hormônios, como o estrógeno, em sua corrente sanguínea.

    Lesões de risco

    Já ter apresentado algum tipo de alteração na mama não relacionada ao câncer de mama também pode aumentar as chances do surgimento de tumores. Dessa forma, pequenos cistos ou calcificações encontrados na mama, ainda que benignos, devem ser acompanhados com atenção.

    Tumor de mama anterior

    Pacientes que já tiveram câncer de mama têm mais chances de apresentar outro tumor - nesse caso, o câncer de mama é chamado de câncer recidivo, ou um câncer de mama que sofreu uma recidiva.

    Sintomas de Câncer de mama

    A maioria dos tumores da mama, quando iniciais, não apresenta sintomas. Caso o tumor já esteja perceptível ao toque do dedo, é sinal de que ele tem cerca de 1 cm³ - o que já uma lesão muito grande. Por isso é importante fazer os exames preventivos na idade adequada, antes do aparecimento de qualquer sintoma do câncer de mama. Entretanto, o nódulo não é o único sintoma de câncer de mama. Veja outros sinais:
    • Vermelhidão na pele
    • Alterações no formato dos mamilos e das mamas
    • Nódulos na axila
    • Secreção escura saindo pelo mamilo
    • Pele enrugada, como uma casca de laranja
    • Em estágios avançados, a mama pode abrir uma ferida.

    Tratamento de Câncer de mama

    Existem alguns tratamentos para o câncer de mama, que podem ser combinados ou não. Todo o câncer de mama deverá ser retirado ou uma cirurgia, que pode ser parcial ou total – entretanto, em alguns casos pode ser que a cirurgia seja combinada ou com outros tratamentos para o câncer de mama. O que vai determinar a escolha do tratamento é a presença ou ausência de receptores hormonais, o estadiamento do tumor, se já apresenta o diagnóstico com metástase ou não. Outro fator determinante para o tratamento do câncer de mama é a paciente e qual o seu estado de saúde e época da vida. Trata o câncer de mama em uma mulher de 45 anos, saudável, é completamente diferente de fazer o tratamento em uma mulher com 80 anos e doenças relacionadas – ainda que o tipo e extensão do câncer sejam exatamente iguais. Nesse caso, deve ser levado em conta o impacto dos tratamentos e se eles irão interferir na qualidade de vida da paciente. Os tratamentos para o câncer de mama são divididos entre terapia local e terapia sistêmica:
    Terapia local
    O câncer de mama tratado localmente será submetido a uma cirurgia parcial ou total seguida de radioterapia:
    • Cirurgia: é a modalidade de tratamento mais antiga para o câncer de mama. Quando o tumor encontrase em estágio inicial, a retirada é mais fácil e com menor comprometimento da mama.
    • Radioterapia: terapia que usa radiação ionizante no local do tumor. É muito utilizada para tumores que ainda não se espalharam e não metástases, para os quais não é necessária a retirada de grande parte da mama. A radioterapia também pode ser usada nos casos em que o câncer de mama não pode ser retirado completamente com a cirurgia, ou quando se quer diminuir o risco de o câncer de mama voltar a crescer. Dura aproximadamente um mês.
    Terapia sistêmica
    O tratamento sistêmico se faz com um conjunto que medicamentos que serão infundidos por via oral ou diretamente na corrente sanguínea. Em ambos os casos, o tratamento não é feito de forma local – ou seja, o medicamento irá circular por todo o organismo, inclusive onde o tumor se encontra. Há três modalidade de terapia sistêmica:
    • Quimioterapia: tratamento que utiliza medicamentos orais ou intravenosos, com o objetivo de destruir, controlar ou inibir o crescimento das células doentes. A quimio pode ser feita antes ou após a cirurgia, e o período de tratamento varia conforme o câncer de mama e a paciente.
    • Hormonioterapia: tem como objetivo impedir a ação dos hormônios que fazem as células cancerígenas crescerem. A hormonioterapia, portanto, só poderá ser utilizada em pacientes que apresentam pelo menos um receptor hormonal para câncer de mama. Essa terapia no geral é feita via oral, e as drogas agem bloqueando ou suprimindo os efeitos do hormônio sobre o órgão afetado.
    • Terapia alvo (anticorpos monoclonais): também conhecido como terapia anti HER-2, essa modalidade é constituída de drogas que bloqueiam alvos específicos de determinadas proteínas ou mecanismo de divisão celular presente apenas nas células tumorais ou presentes preferencialmente nas células tumorais. São medicamentos ministrados geralmente via oral. Quando o câncer de mama expressa a proteína HER-2 em grande quantidade, por exemplo, são utilizadas drogas que irão destruir essas células especificamente. Existem outras proteínas ou processos celular que podem se acentuar no tumor e intensificar seu crescimento, e as drogas da terapia alvo irão agir nesses pontos específicos.
    Caso o tumor tenha grande extensão, pode ser que o médico recomende uma terapia sistêmica inicialmente, para diminuir o tamanho do câncer de mama e assim fazer a cirurgia parcial. Se o câncer apresentar metástases, a terapia sistêmica também é indicada, já que as drogas agem no corpo inteiro, encontrando focos do tumor e eliminando. A escolha do tratamento tem que levar em conta a curabilidade da doença e a tolerância à toxicidade do tratamento (algumas mulheres não podem se expor a tratamentos muito severos durante um longo período). Pacientes que sofreram metástases deverão se submeter ao algum tratamento sistêmico para o resto da vida, além do acompanhamento clínico.
    Complicações possíveis
    Entre as complicações do câncer de mama está a recidiva, que é a volta de um tumor já tratado. A recidiva do câncer de mama ocorre nos dois ou três primeiros anos após a retirada do tumor, por isso é necessário fazer um acompanhamento próximo nesse período, com mamografias regulares em intervalos de seis meses ou anualmente mais análise clínica do paciente. O câncer de mama também pode invadir outros tecidos e se espalhar pela circulação sanguínea ou linfática, atingindo outros órgãos como fígado e ossos - causando as chamadas metástases. Se o câncer de mama dor metastático, o tratamento deve ser sistêmico e acompanhado também individualmente.
    Além disso, há os efeitos colaterais das terapias para o câncer de mama. Após a cirurgia, é necessário acompanhamento com médico e fisioterapeuta para evitar o rompimento dos pontos e necrose de tecidos - também é importante manter a higienização do local para evitar infecções. A cirurgia também envolve a modificação e pode causar uma série de alterações psicológicas na paciente, além das físicas.
    A hormonioterapia pode piorar os sintomas da menopausa, favorecer a osteoporose, aumentar o risco de trombose e coágulos nas pernas - entretanto, esses efeitos colaterais são raros e as pacientes no geral tem uma alta tolerância ao tratamento.
    Durante a quimioterapia a mulher pode sofrer infecções bucais, queda de cabelo, diarreia, náuseas e baixa imunidade temporária. Algumas quimioterapias também pode afetar a saúde cardiovascular - por isso é importante o acompanhamento com cardiologista. O sistema reprodutor também pode ser afetado, por isso, se você estiver em idade reprodutiva e pretende ter filhos, discuta com seu médico e parceiro(a) a possibilidade de se fazer o congelamento de óvulos. A queda de cabelo é efeito mais comum da quimioterapia e não é controlável - isso porque o tratamento irá matar tudo aquilo que está crescendo. Dessa forma, além da queda de cabelo, pode ser que você perceba as unhas mais fracas também.
    A terapia anti HER-2 tem menos efeitos colaterais, mas pode induzir uma toxicidade no coração - por isso, muita atenção com o cardiologista se optar por esse tratamento. Os anticorpos monoclonais, ligando-se às células cancerígenas e destruindo-as especificamente, apresentam geralmente menor grau de toxicidade que os quimioterápios convencionais. Ainda sim, pode gerar efeitos como falta de ar, sensação de calor, queda da pressão arterial e rubor. Notifique imediatamente a equipe que te atende ao sinal desses sintomas. Normalmente, esses efeitos diminuem nas administrações posteriores. Já a radioterapia pode causar cansaço e queimaduras leves na pele que voltam ao normal com o fim da terapia.
    Expectativas
    A maior chance de cura é por meio do diagnóstico precoce. Um câncer de mama diagnosticado no estadio 0 ou 1 chega a ter mais 90% de chance de cura. Já um câncer de mama no estadio 3 ou 4 tem de 30 a 40% de chance de cura total. Mas isso não é motivo para desistir ou achar que o seu caso não tem cura – com o tratamento adequado e força de vontade, todo o obstáculo é transpassado. Mesmo cânceres em estadios mais avançados podem responder bem ao tratamento, podendo ser operados e retirados completamente. Por isso é importante conversar com seu médico e sempre buscar novas formas de lidar com o câncer de mama.
    Convivendo/ Prognóstico
    O prognóstico do câncer de mama depende de todas as características do tumor e paciente, como também da disponibilidade das drogas adequadas. No Brasil ainda não está disponível a terapia anti HER2 para doença metastática, por exemplo. Além disso, 40% das mulheres com câncer no geral que precisam de radioterapia não recebem o tratamento porque não tem equipamentos suficientes no país para suprir a demanda. Esse tipo de complicação pode piorar o prognóstico de uma paciente, que fica dependente de uma fila de espera ou então precisa se inscrever em programas internacionais. Existem modelos matemáticos que ajudam a estimar o risco de recidiva nos próximos dez anos – mas seus resultados não são 100% corretos ou perfeitos. Existem métodos mais modernos que avaliam o tumor da paciente em sua composição genética, individualmente. Com base na avaliação dos genes do tumor da paciente faz-se um prognóstico individualizado e o benefício que qualquer tratamento vai trazer para a cura do câncer de mama. Entretanto, esses testes são mais sofisticados e não precisam ser enviados para fora do país para avaliação.
    O tratamento do câncer de mama também envolve uma serie de cuidados e práticas para minimizar os efeitos das terapias:
    Como minimizar os efeitos adversos da quimioterapia?
    • Náuseas e vômitos: consuma alimentos de fácil digestão e converse com seu oncologista sobre a necessidade da utilização de antieméticos.
    • Planeje a alimentação: algumas pessoas sentem-se bem comendo antes da quimioterapia e outras, não – nesse caso, o hábito varia conforme a necessidade da paciente com câncer de mama. Entretanto, deve-se sempre aguardar pelo menos uma hora após a sessão para consumir qualquer alimento ou bebida.
    • Coma devagar: consuma pequenas refeições, cinco ou seis vezes por dia, em vez de três grandes refeições, evitando ingerir líquidos enquanto come. Isso evite enjoos e vômitos.
    • Prefira alimentos frescos e evite consumi-los muito quentes
    • Evite alimentos e bebidas fortes, como café, peixe, cebola e alho. Eles também favorecem os vômitos.
    Cuidados durante a radioterapia
    O radioterapeuta e a equipe de enfermagem debem orientá-la sobre os cuidados específicos que deverão ser adotados durante o tratamento de radioterapia. Esses cuidados variam muito de acordo com a região a ser irradiada.
    • Pele: lave a pele irradiada com sabão suave e água morna. Tente não coçar nem esfregar a área.
    • Pomada: aplique pomadas ou cremes sobre a pele somende com aprovação médica.
    • Prefira roupas folgadas e confortáveis e se possível cubra a região irradiada com roupas claras.
    Mais do que viver, a paciente com câncer de mama pode viver bem, cuidando de si própria com carinho e atenção. Para ajudar as pacientes nesse desafio, é cada vez mais comum a abordagem multidisciplinar para o câncer de mama, com apoio de dentistas, nutricionistas, fisioterapeutas, enfermeiros, psicólogos, preparadores físicos e etc.
    Fisioterapia
    Ela promove a independência funcional da paciente, permitindo que realize as atividades que deseja sozinha e sem inconveniências. Proporciona alívio da dor e reduz a necessidade do uso de analgésicos. Geralmente o tratamento é indicado após a cirurgia.
    Nutrição
    O acompanhamento nutricional para o câncer de mama ajuda a prevenir a perda de peso e a desnutrição durante o tratamento. Além disso, ele ajuda a paciente com câncer de mama a seguir as restrições dietéticas corretas para evitar possíveis efeitos colaterais do tratamento.
    Exercícios físicos
    Não importante a atividade - o que importa é praticar. A atividade física ajuda a "mandar" a fadiga embora, aumenta a energia, a disposição e a autoestima, além de proporcionar convívio social.
    • Depois da cirurgia: converse com seu médico sobre o retorno às atividades físicas. Isso varia de acordo com o tempo de recuperação esperado para cada procedimento e estado paciente.
    • Algumas pacientes podem apresentar queda de imunidade durante o tratamento, o que pode ocasionar infecções oportunistas. Por isso, não se recomendam atividades com a natação – já o contato com a água da piscina pode favorecer infecções.
    • Caso a ideia seja frequentar uma academia de ginástica, opte pela atividade supervisionada por um profissional de educação física. Relate seu caso, para que ele indique a série de exercícios mais adequada.
    Sexualidade e sensualidade
    Durante o tratamento do câncer de mama, diversas situações como diminuição da libido, alterações hormonais e incômodos emocionais podem influenciar diretamente no seu comportamento sexual. É importante que entenda que esses transtornos são causados por situações físicas que você está enfrentando e não tem a ver o que você é em essência. Tente resgatar nesse período a sensualidade que há em você – mas tudo em seu tempo.
    • Fale com seu parceiro ou parceira: converse sobre a diminuição da libido para que a pessoa não se sinta rejeitada e confusa com seu possível desinteresse sexual. A comunicação aberta poderá ajudar a buscar maneiras criativas de despertas a sua libido.
    • Fale com seu oncologista: seu médico pode prescrever medicamentos para combater os efeitos colaterais do tratamento, motivos que levam ao desinteresse sexual.
    • Fale com um psicólogo: o profissional pode ajudar identificando e tratando os obstáculos emocionais que colaboram com o desinteresse sexual.
    Cuidados com a autoestima
    A queda de cabelos e a mastectomia são os pontos do câncer de mama que mais podem afetar a autoestima da paciente. Tente não se render a esses sentimentos e procure saídas para esses incômodos, que são pequenos perto da sua qualidade de vida e da luta que você está travando. Você pode guardar os fios naturais para aplicar em rabo de cavalo quando cabelos voltarem a crescer, ou então comprar perucas e usar lenços coloridos, refletindo sua personalidade. Busque outras atividades que façam você se sentir bem, como cursos de uma área que você se interesse. Tudo vale para reconquistar a autoconfiança ou então não deixar que ela se vá.
    Administrando sentimentos
    O câncer de mama pode gerar uma série de sentimentos, diversos altos e baixos. Isso tudo é normal – o ser humano é cheio de emoções e a presença do câncer de mama pode maximizar esse aspecto. Entenda que alguns dias serão melhores que outras, mas não permita que o mais estar se instale. O importante é que você não se desespere em meio aos sentimentos que experimenta. Se você perceber algum sinal de depressão, como tristeza profunda, falta de sono e apetite, insegurança e desânimo, converse com seu oncologista sobre o assunto. Ele poderá recomendar uma visita ao psicólogo.
    Impacto do câncer de mama na minha vida
    • Casa: se você ainda não divide a tarefas com seu parceiro (a) e filhos, essa é a hora para determinar novas funções. Durante o tratamento pode ser que você se sinta indisposta, e todo o apoio é importante nesse sentido.
    • Trabalho: se você se sentir disposta e com vontade de trabalhar, vá em frente - isso ajudará a manter o convívio social e atrelará compromissos a sai vida que não estão relacionados com o câncer de mama. Porém, em alguns momentos, você poderá se sentir debilitada e pode ser que opte por deixar o trabalho.
    • Vida financeira: seu orçamento pode ficar abalado caso você precise parar de trabalhar, mais as despesas do tratamento. Saiba que é possível requisitar auxílio-doença e não se envergonhe se precisar pedir ajuda a um parente ou amigo mais próximo. Rever os gastos durante esse período também é essencial.
    Conversando com seus filhos
    • A pessoa mais indicada para contar é você. Fale o mais rápido possível, para não criar um clima de omissão. Além disso, evite omitir a palavra câncer ou tratar o câncer de mama como um tabu. Isso somente criará medo em torno da doença
    • Você não precisa contar detalhes da doença, mas esteja preparada para questionamentos
    • Explique os efeitos colaterais da doença do tratamento, que é normal você ficar mais triste em alguns momentos, que é normal a queda de cabelos e outros efeitos. Isso evite choques.
    • Seus filhos poderão apresentar mudanças de comportamento e desempenho na escola. É importante que o educador saiba lidar com isso e tenha liberdade de comentar com você se algo diferente ocorrer.
    • Se sentir a necessidade, busque apoio de um psicólogo familiar.
    Conversando com seu marido ou companheiro
    O seu companheiro ou companheira é a pessoa que, assim como os filhos, estará mais próxima de você nesse momento. Conversem francamente sobre as demandas que surgirão e peça ajuda para enfrentar o câncer de mama.

    Prevenção

    A prevenção do câncer de mama pode ser dividida em primária e secundária: a primeira envolve a adoção de hábitos saudáveis, e a segunda diz respeito a realização de exames de rastreamento, a fim de diagnosticar o câncer de mama em estágio precoce.

    Amamentação

    Mulheres que amamentam os seus filhos por, pelo menos, seis meses, têm 5% menos chances de desenvolver câncer de mama. Quando a mulher amamenta, ela estimula as glândulas mamárias e diminui a quantidade de hormônios, como o estrógeno, da sua corrente sanguínea.

    Dieta balanceada

    Manter uma dieta adequada ajuda no controle do peso, na prevenção de doenças crônicas e melhora a saúde como um todo. Além disso, um corpo saudável trabalha melhor, prevenindo o surgimento de tumores. Mulheres que consomem vegetais com frequência têm até 45% menos chances de desenvolver câncer de mama, de acordo com um estudo realizado pela Boston University. Alimentos como brócolis, mostarda, couve e hortaliças verdes são ricos em glucosinolatos, que são aminoácidos com um papel importante na prevenção e tratamento de câncer de mama.

    Estresse

    Mulheres que vivem uma rotina muito agitada e estressante têm quase o dobro de chances de desenvolver câncer de mama, quando relacionada a outros fatores de risco. Técnicas de respiração, meditação e relaxamento, praticadas em Tai Chi e ioga, ajudam a controlar o estresse e a ansiedade.

    Álcool

    O consumo de apenas 14 gramas de álcool por dia pode aumentar as chances de câncer de mama em 30%. O mecanismo de ação pelo qual o consumo de álcool aumenta o risco de câncer de mama ainda permanece desconhecido, mas sabemos que ele influencia as vias de sinalização do estrógeno.

    Controle do peso

    Ao atingir a menopausa, mulheres com sobrepeso ou obesidade correm mais risco de desenvolver câncer de mama. E mais: o excesso de peso ainda aumenta as chances do câncer ser mais agressivo.

    Faça a mamografia

    A maioria das mulheres devem começar a fazer mamografias anualmente após os 50 anos, mas, para quem tem histórico familiar de câncer de mama, o exame deve começar 10 antes do caso mais precoce na família. Assim se um parente próximo teve câncer de mama aos 40, é preciso começar a fazer mamografias anualmente a partir dos 30 anos. Fazer a mamografia anualmente em idade adequada pode reduzir a morte por câncer de mama em até 30%, segundo um estudo publicado na revista Radiology.
    Mais sobre Câncer de mama
    Câncer de mama e seus direitos
    • Reabilitação profissional: o serviço da Previdência Social visa readaptar ou reeducar o profissional para o retorno ao trabalho, com o fornecimento de materiais necessários à reabilitação (tais como taxas de inscrição em serviços profissionalizantes e auxílios para transporte e alimentação). Todos os segurados da Previdência têm direito à reabilitação.
    • Auxílio-doença: você terá direito ao benefício mensal desde que fique por mais de 15 dias com incapacidade para o trabalho atestada por perícia médica da Previdência Social e que tenha contribuído com o INSS por no mínimo 12 meses (embora haja exceções). Compareça pessoalmente ou por intermédio de procurador a uma agência da Previdência Social, preencha o requerimento, apresente a documentação exigida e agende a perícia. O auxílio-doença deixará de ser pago quando você recuperar a capacidade para o trabalho, ou caso o direito se reverta em aposentadoria por invalidez.
    • Aposentadoria por invalidez: você terá direito ao benefício se for segurada da Previdência Social e a perícia constatar que está incapacitada permanentemente par ao trabalho. Via de regra, é preciso ter contribuído com o INSS por, no mínimo, 12 meses para obter o benefício. Compareça pessoalmente ou por procurador a uma agência da Previdência Social, preencha o requerimento, apresente a documentação exigida e agende a perícia. Você ainda pode requerer o auxílio-doença pela internet, no site da Previdência Social ou pelo telefone gratuito 135.
    • Isenção de imposto de renda: você tem direito à isenção do imposto de renda sobre os valores recebido a título de aposentadoria, pensão ou reforma, inclusive as complementações recebidas de entidades privadas e pensões alimentícias, mesmo que a doença tenha sido adquirida após a concessão da aposentadoria, pensão ou reforma. Procure o órgão responsável pelo pagamento da aposentadoria, pensão ou reforma e solicite a isenção do imposto de renda que incide sobre esses rendimentos.
    • IPTU: não existe uma legislação nacional que garanta a isenção do IPTU para pessoas com determinadas patologias, como o câncer de mama, mas, como se trata de um imposto municipal, algumas cidades já garantes a isenção. Informe-se na Secretaria de Finanças do seu município.
    • Cirurgia de reconstrução mamária: você tem direito a realizar a cirurgia reparadora gratuitamente, tanto pelo SUS como pelo plano de saúde. Se estiver em tratamento no SUS, exija o agendamento da cirurgia no próprio local e, se não estiver, dirija-se a uma Unidade Básica de Saúde e solicite seu encaminhamento para uma unidade especializada em reconstrução mamária. Pelo Plano de Saúde, consulte um cirurgião credenciado.
    Compartilhando a experiência
    A solidão pode ser um sentimento que assola a paciente com câncer de mama. Mas lembre-se que você não está sozinha. Peça ajuda, compartilhe sua experiência, procure centros e locais que façam terapia em grupo. Dissemine seu conhecimento e sua luta contra o câncer de mama e ajude a quebrar o estigma que existe em torno da doença. Incentive as mulheres a fazer a mamografia, converse com suas amigas e colegas sobre a importância do exame. Relate sua experiência para entidades de apoio ao paciente ou crie um blog para dividir suas questões com os leitores.
    Perguntas frequentes
    Qual a porcentagem de cânceres de mama que acontecem por conta da mutação genética?
    A população geral tem cerca de 10 a 12% de riscos de desenvolver a doença. De acordo com a Sociedade Brasileira de Mastologia, a presença da mutação entre os casos de câncer de mama gira em torno de 5 a 10%, sendo que 5% de todos os cânceres de mama são de mulheres com a mutação genética BRCA. Por isso, a maneira mais segura de tratar e prevenir é visitar o seu mastologista, quando indicado, e seguir suas orientações.
    Uma pessoa que tem risco comprovado para câncer de mama pode fazer uma mastectomia preventiva?
    Uma mulher com alto risco para câncer de mama pode, sim, optar por fazer a mastectomia preventiva. A mastectomia preventiva mamária consiste na retirada da região interna da mama - ou seja, da glândula mamária juntamente com os ductos mamários - que são os locais onde pode acontecer a formação de um tumor. Com a retirada do interior da mama, os riscos de câncer reduzem em até 90%. As chances do câncer ainda existem porque 10% do tecido mamário é preservado para a nutrir a pele, auréola e mamilo. Na cirurgia sempre serão removidas as duas mamas, daí a denominação de dupla mastectomia preventiva.
    Existem também tratamentos que usam os chamados anti-hormônios ou moduladores hormonais, que inibem a produção de estrógeno e impedem as células da mama de se multiplicarem. Esse tratamento, no entanto, é recomendado apenas para cânceres de mama hormonais - ou seja, que acontecem ou podem acontecer em decorrência de alterações hormonais - não sendo indicado para pessoas que tem o risco genético, por exemplo.
    Para pacientes com risco genético, uma alternativa é redobrar a atenção e acompanhamento da mamas, partindo para exames de rastreamento, como ultrassom de mamas e mamografias, em intervalos de tempos mais curtos, a cada seis meses, por exemplo, dependendo do que o seu médico considerar mais seguro. O objetivo nesse caso é identificar o câncer numa fase muito precoce e iniciar o tratamento adequado a partir desse diagnóstico.